Lucrando no Bairro
Registro de marca

Usar um nome não é o mesmo que ter o nome

Quem tem direito à marca no Brasil é quem registra. Comece pela busca de viabilidade, que é gratuita.

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Usar um nome não é o mesmo que ter o nome

Muita gente trabalha anos com o mesmo nome, monta clientela, coloca na fachada — e acredita que o nome é seu porque foi o primeiro a usar. Não é assim que funciona. No Brasil, quem tem direito à marca é quem registra no INPI.

O risco é concreto: outra empresa registra o nome que você usa e passa a ter o direito. A partir daí, quem precisa trocar fachada, embalagem, redes e material é você — e ainda pode ser notificado a parar de usar.

O que o registro garante

Como funciona

  1. Busca de viabilidade. Antes de qualquer coisa, verifica-se se o nome está livre no seu ramo. É o passo que evita pagar por um pedido fadado a ser negado.
  2. Classificação. A marca é registrada por ramo de atividade. Escolher a classe errada é o erro mais comum e o mais caro.
  3. Pedido no INPI, com as taxas oficiais.
  4. Acompanhamento até a decisão, incluindo resposta a exigências e oposições, se houver.
Registro de marca leva tempo. O processo no INPI é medido em meses, não em dias. Mas a proteção retroage à data do pedido — por isso, quanto antes o pedido entrar, melhor. Quem espera "o negócio crescer um pouco mais" costuma ser exatamente quem perde o nome.

Quem executa

O registro é conduzido pelo IDM — Instituto da Marca, a legaltech de registro de marcas operada pelo escritório Ynbras. A busca de viabilidade é gratuita e serve para você saber, antes de decidir qualquer coisa, se o seu nome está livre.

Fazer a busca gratuita

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