Usar um nome não é o mesmo que ter o nome
Quem tem direito à marca no Brasil é quem registra. Comece pela busca de viabilidade, que é gratuita.
Usar um nome não é o mesmo que ter o nome
Muita gente trabalha anos com o mesmo nome, monta clientela, coloca na fachada — e acredita que o nome é seu porque foi o primeiro a usar. Não é assim que funciona. No Brasil, quem tem direito à marca é quem registra no INPI.
O risco é concreto: outra empresa registra o nome que você usa e passa a ter o direito. A partir daí, quem precisa trocar fachada, embalagem, redes e material é você — e ainda pode ser notificado a parar de usar.
O que o registro garante
- Exclusividade de uso do nome no seu ramo, em todo o território nacional.
- Direito de impedir que concorrentes usem o mesmo nome ou algo que confunda o cliente.
- Um ativo do negócio. Marca registrada pode ser licenciada, vendida e entra no valor da empresa.
- Segurança para investir. Faz sentido gastar em fachada e embalagem quando o nome é realmente seu.
Como funciona
- Busca de viabilidade. Antes de qualquer coisa, verifica-se se o nome está livre no seu ramo. É o passo que evita pagar por um pedido fadado a ser negado.
- Classificação. A marca é registrada por ramo de atividade. Escolher a classe errada é o erro mais comum e o mais caro.
- Pedido no INPI, com as taxas oficiais.
- Acompanhamento até a decisão, incluindo resposta a exigências e oposições, se houver.
Quem executa
O registro é conduzido pelo IDM — Instituto da Marca, a legaltech de registro de marcas operada pelo escritório Ynbras. A busca de viabilidade é gratuita e serve para você saber, antes de decidir qualquer coisa, se o seu nome está livre.
Fazer a busca gratuita
Fale com a gente e receba uma proposta com escopo e valor fechados, sem surpresa depois.
arrow_forward Fazer a busca gratuita